segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Volunteerbook - a rede social do voluntariado

O Volunteerbook tem por base a Bolsa do Voluntariado, o maior site português de voluntariado e que já conta com mais de 16 mil voluntários e 950 instituições inscritas, e pretende disseminar rapidamente as acções de voluntariado e divulgar eventos.
Veja 35 razões para ser voluntário, e junte-se a este movimento, participando no
Ano Europeu do Voluntariado e Cidadania Activa.

Se quiser saber que oportunidades de voluntariado concretas existem em Oeiras, pode preencher a Ficha de Inscrição do Banco Local de Voluntariado de Oeiras disponível na página internet:http://www.cm-oeiras.pt/Banners/Paginas/BancoLocaldeVoluntariadodeOeiras.aspx,
enviar um e-mail para
bvoluntariado@cm-oeiras.pt, ou eventualmente fazer um contacto directo para o telefone 214420463.

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

"ENGAGE-SE"!



É um brasileirismo, mas vem mesmo a calhar para a nova campanha que a Câmara Municipal de Oeiras vai promover, convidando-o(a) a "dar a cara pelo clima"!
11 cidades europeia vão, a partir de Março, procurar envolver os seus cidadãos, autarcas, empresas e instituições locais no esforço de reduzir o consumo de energia e as emissões de gases com efeito de estufa - está provado que apenas com o esforço de tod@s será possível atingir as metas propostas pela Comissão europeia - reduzir 20% no consumo de energia e nas emissões de gases com efeito de estufa, e aumentar em 20% as energias renováveis.
O projecto europeu ENGAGE convida-o(a), a si, a dizer qual é o seu compromisso - e a dar a cara. Dezenas de cartazes circularão por todo o concelho mostrando as caras desta causa - esperamos por si! http://oeiras2020.oeinerge.com oeinerge@oeinerge.pt


quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Oeiras mais amiga dos idosos

O Município de Oeiras aderiu recentemente ao Projecto cIDADES Amigas das Pessoas Idosas, promovido em Portugal pela Associação VIDA e co-financiado pela Direcção Geral da Saúde e pela Fundação Calouste Gulbenkian.
Este Projecto foi criado em torno do conceito “Cidades Amigas das Pessoas Idosas”, concebido pela Organização Mundial de Saúde (OMS), com o objectivo de produzir um retrato/ diagnóstico nacional com vista à identificação dos aspectos positivos e dos obstáculos em oito áreas estratégicas: Prédios públicos e espaços abertos; Transporte; Habitação; Participação social; Respeito e inclusão social; Participação cívica e emprego; Comunicação e informação; Apoio comunitário e serviços de saúde.
Em Oeiras, durante os meses de Fevereiro e Março, ir-se-à proceder à aplicação de questionários junto de uma amostra de pessoas com mais de 55 anos, cujos resultados contribuirão para consolidar o Plano Estratégico Municipal para as Pessoas Idosas
, do qual resultará um conjunto de acções que reforçarão a qualidade de vida da população idosa residente em Oeiras.
O Projecto cIDADES Amigas das Pessoas Idosas teve início em Junho de 2010 e irá envolver mais de 150 municípios, tendo aderido até à data, 84 Câmaras Municipais, 14 Instituições do ensino superior e dezenas de outras organizações que trabalham directamente com a população idosa.

Vigilantes de iluminação eficiente, precisam-se!


A Iluminação Pública representa 75% da energia eléctrica consumida e paga pela Câmara Municipal de Oeiras, sendo o custo contabilizado pela potência instalada nas luminárias.
Para reduzir este consumo, no âmbito do
Plano de Acção Energia Sustentável para Oeiras, está prevista a substituição gradual dos equipamentos, a uma taxa média de 900 focos por ano. De qualquer modo, quaisquer que sejam as lâmpadas instaladas, se estiverem avariadas ficamos a perder de duas maneiras: não dispomos da luz a que temos direito, e estamos a pagar na mesma pelo consumo de energia dessa lâmpada...
É por esta razão que se pede a
tod@s que sejam vigilantes da iluminação eficiente: se identificar que um destes pontos está apagado, colabore com a autarquia e comunique por e-mail para dgep@cm-oeiras.pt ou pelo telefone 210976554 os seguintes dados:
- Freguesia;
- Local (nome da rua e da localidade);
- Nº de polícia ou outra referência que permita fazer a localização mais exacta;
- Nº de lâmpadas apagadas.
Estão em estudo outras medidas para a redução do consumo de energia na Iluminação Pública, pela adopção de novos horários, redução parcial da intensidade luminosa, etc. - mas o seu contributo é sempre importante!

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

Limpeza de ribeiras e praias do concelho de Oeiras

Não é só no Verão que se limpam as praias, e as ribeiras do concelho precisam de intervenção constante para manter vivas as suas funções ecológicas e ambientais – a escorrência da água e a prevenção das cheias, a saúde pública, a vida de plantas e animais, a qualidade e equilíbrio da paisagem.

Ribeiras vivasA Divisão de Serviços Urbanos, com o apoio da Divisão de Viaturas e Máquinas, realiza anualmente a limpeza, desobstrução e desassoreamento das linhas de água, num conjunto de trabalhos que visam limpar os cursos de água da vegetação invasora, das árvores caídas e do lixo e entulho que reduzem a sua capacidade de vazão.
Desde 2005, realiza-se a limpeza de todos os afluentes do Rio Jamor, e das Ribeiras de Barcarena, Algés, Lage e Porto Salvo, numa frequência semestral. Estas intervenções têm sido faseadas ao longo dos anos e não podem ser realizadas com a mesma celeridade nos afluentes, devido à quantidade elevada de sedimentos que é preciso movimentar, para além da dificuldade de manutenção dos leitos e das margens com conservação dos meandros e de outras características hidráulicas.

Praias limpasA CMO e a Administração do Porto de Lisboa têm celebrado nos últimos anos protocolos no sentido de valorizar e permitir usufruto dos espaços ribeirinhos do Concelho de Oeiras. Uma das actividades aí contempladas incide na limpeza e arranjo periódico das zonas de praia por parte da CMO, assumindo a autarquia a promoção e o custo destas actividades.
A periodicidade de limpeza das praias é mais intensa na época balnear, realizando-se numa base diária em todas as praias e zonas de recreio e lazer do Concelho, nomeadamente Praia de Algés, Cruz-Quebrada / Dafundo, Paço de Arcos, Santo Amaro, Torre. Fora da época balnear e atendendo que neste período se realiza a manutenção das máquinas usadas para a limpeza do areal, a periodicidade é, no mínimo, semanal.
O esforço e os custos destes trabalhos é recompensado pela elevada adesão dos munícipes ao usufruto destes espaços, mas é penalizado pela falta de civismo de muitos que ainda acham normal deixar lixos e entulhos indiscriminadamente… Pagamos todos, pelo desmazelo de alguns!Será tudo muito mais fácil quando todos perceberem que Oeiras… é a nossa casa!

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Comemoração do Outono plantou árvores nos vales das ribeiras

Em Outubro e Novembro o Outono foi celebrado com a plantação de árvores em ribeiras, envolvendo a população escolar, empresas do concelho e munícipes, marcando-se assim o início da época das chuvas e o período próprio para as plantações. Esta acção visava ainda a sensibilização da população para a importância das linhas de água como linhas estruturantes da Paisagem e que potenciam a Estrutura Ecológica Fundamental do concelho, aproximando os munícipes do meio natural que os envolve.
A actividade decorreu em quatro sábados, em quatro linhas de água do Concelho:
- 16 de Outubro de 2010, 10h00 (sábado) – Ribeira da Ancha / Porto Salvo;
- 23 de Outubro de 2010, 10h00 (sábado) – Ribeira de Porto Salvo / Paço de Arcos;
- 6 de Novembro de 2010, 10h00 (sábado) – Rio Jamor (troço Gandarela) / Carnaxide;
- 20 de Novembro de 2010, 10h00 (sábado) – Ribeira de Outurela / Carnaxide.
Na concretização destas intervenções foi necessário o envolvimento de diversas unidades orgânicas da CMO, e entre empresas do Concelho, escolas, grupos de escoteiros e munícipes, participaram nestas plantações cerca de 270 pessoas, tendo sido plantadas aproximadamente 1000 árvores.
É necessário um novo paradigma na recuperação das ribeiras e controlo de cheias. A resposta para estes problemas passa pela incorporação das novas soluções que minimizem os impactos nestes sistemas e que sobretudo integrem a intervenção num número mais alargado número de perspectivas, salvaguardando não só as questões de segurança das populações, mas indo ao encontro do equilíbrio ecológico dos territórios e dos sistemas ribeirinhos.
O sucesso na implementação desta nova abordagem depende da interdisciplinaridade de técnicas mas precisa de contar, fundamentalmente, com a participação de todos os interessados.
“A beleza de uma paisagem está no esplendor da sua ordem, que se manifesta no equilíbrio biológico dos diversos factores que nela actuam e na sua perfeita adequação aos interesses dos Homens que nela vivem. Trabalhando com matéria viva, temos de nos sujeitar às suas leis próprias e servirmo-nos da própria interacção desses factores para conseguir os efeitos que desejamos.” (Francisco Caldeira Cabral).

Alterações climáticas - do global para o local

Depois de duas semanas de difíceis negociações, em meados de Dezembro, os 190 participantes na Cimeira de Cancún faziam um balanço positivo mas muito aquém das expectativas de especialistas e ambientalistas. Foi estabelecido um acordo moderado mas considerado como um primeiro passo em direcção a um verdadeiro acordo climático. Não fixa metas vinculativas de redução de emissões de gases com efeito de estufa mas determina um objectivo de 2°C como limite para o aumento da temperatura média global até ao final do século. Um dos pontos altos e mais positivos da conferência foi a constituição do Fundo Climático Verde para os países em desenvolvimento.
Apesar de não se ter avançado “na questão crucial da definição do futuro quadro legal climático e não estabelecer um calendário para tal ser decidido (…) o ambiente favorável desta cimeira permitiu ultrapassar o desaire negocial de Copenhaga no ano passado, num ambiente de maior transparência, confiança e multilateralismo”, conclui a Quercus.
Portugal viu em 2010 ser reconhecido o mérito de algumas das medidas que têm vindo a ser adoptadas no âmbito da política de combate às alterações climáticas: Portugal teve uma avaliação bastante positiva no que toca ao desempenho climático pelo Climate Change Performance Index 2011 elaborada pelas organizações não governamentais GermanWatch e Rede Europeia de Acção Climática.
Apesar de ter descido duas posições, Portugal conseguiu passar de “moderado” para “bom”, atingindo a terceira melhor posição desde que o índice é publicado, conseguindo a 14ª posição devido à tendência de diminuição de emissões poluentes, especialmente nos sectores da energia eléctrica, transportes, residencial e indústria.
A nível local, desenham-se inúmeras iniciativas que visam trazer estas preocupações à prática de autarquias, empresas e cidadãos.
Ao ter aderido, em 2009, ao “Pacto de Autarcas”, Oeiras comprometeu-se a desenvolver um conjunto de acções concretas que irão contribuir para ver cumpridos, à escala do concelho, as metas de reduzir as emissões de gases com efeito de estufa estabelecidas à escala europeia.
Durante o ano de 2010, o Plano de Acção Energia Sustentável para Oeiras, aprovado pela autarquia no início do ano, tem vindo a ser adoptado e aplicado pelos diversos serviços municipais, para ver em 2020 reduzidas em 20% o consumo de energia e as emissões de GEE, e aumentado em 20% a +produção de energias renováveis.
A partir de 2011, irá também promover-se uma campanha de angariação de parceiros – empresas, instituições, cidadãos – que se comprometam com acções concretas a contribuir para estes objectivos.
A campanha chamar-se-á “ENGAGE”, decorrendo em simultâneo em 12 cidades europeias, e contará mobilizar mais de 120.000 cidadãos para este desafio global.